quinta-feira, 6 de junho de 2013

Será?

Esta música , acompanha-me já há muito tempo, mas hoje identifiquei-me tanto com ela!
Eu sinto-me com muita esperança, muita força e muita felicidade, pelo menos hoje.
Se se realizar o que mais espero e sobretudo em breve, as coisas vão finalmente começar a encaminhar-se.
Estranho é que este sentimento bom , também começa a juntar-se a um sentimento de vingança.
Se realmente conseguir chegar "lá" sinto que "vou calar muita gente", e que vou fazê-lo eu mesma com o que vou conseguir alcançar.
Não gosto de sentir isto, mas por outro lado sabe bem, oh se sabe!
De há uns tempos para cá estava difícil confiar no que eu era capaz e fechei-me muito, mas agora , sinto que talvez possa ter sorte, pode ser que a luzinha se acenda agora e que eu finalmente possa brilhar.
Essa luz que até hoje esteve tão apagada, e vivi tanto no escuro, que chega a doer, como deixei passar 3 anos tão rápido e não vivi nada!
Uma vez disseram-me que "nós próprios é que fazemos o nosso caminho, e que, mesmo que estejamos a precisar de alguém para nos dar força , temos de o fazer sozinhos, porque as pessoas querem-nos bem , mas nunca melhor que elas"
E isso é tão verdade.
Adoro realmente sentir-me assim , nem pareço eu , nossa que coisa!
Mais uma coisa,em relação a isto , as coisas estão a mudar, e felizmente já não vivo com medo, aquele medo que tinha diariamente, e isso , só por sí, já foi UM GRANDE peso que me saiu de cima.
Resta saber se é temporariamente. Mas está a ser tão diferente...
Quanto ao resto, este sentimento de paz, e de pacificidade, está a fazer-me bem, estou a lutar para conseguir chegar onde já devia ter chegado à muito , e agora espero que seja de vez.
Será que vêm boas novidades?
Enviem-me boas energias! :)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

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"A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.

A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.

O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o património de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre."

Vinícius de Moraes